A pele não está isolada do restante do organismo.
Ela faz parte de uma rede complexa que envolve barreira cutânea, sistema imunológico, metabolismo e microbiota. E, entre as conexões que vêm ganhando atenção da ciência, está a comunicação entre intestino e pele: o chamado eixo intestino-pele.
Na Sense Biologicus, esse conceito faz parte de uma visão mais ampla de cuidado que chamamos de Nutrição Estética: olhar para a beleza e a saúde da pele considerando também o que acontece dentro do organismo.
O que é o eixo intestino-pele?
O eixo intestino-pele é o nome dado à relação bidirecional entre o intestino e a pele.
Isso significa que o intestino e a pele não funcionam como sistemas completamente independentes. Eles se comunicam por diferentes vias, envolvendo principalmente a microbiota, o sistema imunológico e substâncias produzidas pelo metabolismo dos microrganismos.
Pesquisas recentes mostram que a microbiota intestinal participa de processos relacionados à resposta imunológica, à integridade da barreira intestinal e à produção de metabólitos que podem influenciar outros tecidos do organismo, incluindo a pele.
Por isso, quando falamos em saúde da pele, existe uma pergunta que vai além do que aplicar sobre ela:
Como está o equilíbrio do organismo que sustenta essa pele?

O que a microbiota intestinal tem a ver com a pele?
A microbiota intestinal é formada por uma comunidade diversa de microrganismos que vivem no trato gastrointestinal.
Em equilíbrio, essa comunidade participa de funções importantes do organismo, incluindo processos relacionados à digestão, ao metabolismo e à regulação do sistema imunológico.
Quando esse ecossistema sofre alterações importantes, ocorre o que se chama de disbiose. A relação entre alterações da microbiota intestinal, inflamação e condições que afetam a pele vem sendo estudada em diferentes contextos dermatológicos.
É importante, porém, fazer uma distinção: o eixo intestino-pele é um campo científico em evolução. A existência dessa comunicação é sustentada por evidências crescentes, mas isso não significa que todo problema de pele tenha origem no intestino ou que um produto probiótico seja capaz de tratar uma condição dermatológica isoladamente.
A ciência está justamente avançando para entender melhor quando, como e em que medida essa relação pode ser modulada.
E onde entra a microbiota da pele?
Assim como o intestino, a pele também possui sua própria comunidade de microrganismos: o microbioma cutâneo.
Esses microrganismos fazem parte do ecossistema da pele e estão relacionados à manutenção da barreira e às interações com o sistema imunológico.
Por isso, cuidar da pele não significa apenas remover impurezas ou adicionar ativos. Também significa respeitar o ambiente em que esses microrganismos vivem.
A relação entre intestino e pele amplia justamente essa perspectiva: existem dois ecossistemas diferentes, mas conectados.
Microbiota intestinal.
Microbioma cutâneo.
Um organismo em constante comunicação.

Afinal, o que é Nutrição Estética?
É a forma como a Sense Biologicus traduz essa visão para o cuidado.
A Nutrição Estética parte de um princípio simples: a pele merece ser cuidada de forma integral.
Isso significa combinar o cuidado externo, feito com dermocosméticos desenvolvidos para respeitar a biologia da pele, com estratégias que consideram o equilíbrio intestinal e a nutrição.
Em vez de enxergar a pele apenas pela superfície, a proposta é ampliar o olhar.
De dentro para fora.
De fora para dentro.
Probióticos, prebióticos e pós-bióticos: qual a diferença?
Quando falamos em microbiota, alguns termos aparecem com frequência.
Probióticos são microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas e em contextos específicos, podem proporcionar benefícios à saúde.
Prebióticos são substratos utilizados seletivamente por microrganismos do hospedeiro e associados a benefícios à saúde.
Pós-bióticos são preparações de microrganismos inanimados e/ou seus componentes que proporcionam benefícios à saúde.
Esses conceitos são importantes porque mostram que cuidar da microbiota não significa simplesmente adicionar “bactérias boas”. Existe todo um ecossistema envolvido.
Como a Sense Biologicus aplica esse conceito?

A microbiota está no centro da nossa forma de pensar o cuidado.
Na pele, essa visão está presente nos nossos dermocosméticos por meio do EBP® (Extrato Bioativo Probiótico), ativo exclusivo da Sense Biologicus que faz parte das nossas formulações.
Segundo a marca, o EBP® é obtido a partir da fermentação de 60 cepas probióticas e reúne compostos bioativos produzidos nesse processo, com o objetivo de ajudar a equilibrar o microbioma cutâneo.
No cuidado de dentro para fora, temos o GranKefir, um kefir liofilizado sem lactose apresentado pela Sense como um complexo simbiótico natural voltado ao cuidado da microbiota intestinal. Sua composição inclui diferentes cepas de bactérias e leveduras e é uma fonte de vitaminas do complexo B e vitamina K.
São dois caminhos de cuidado que fazem parte da mesma visão:
Cuidar da microbiota da pele.
Cuidar da microbiota intestinal.
GranKefir: cuidado de dentro para fora

O GranKefir é feito exclusivamente com leite UHT zero lactose e grãos de kefir, segundo as informações disponibilizadas pela Sense Biologicus.
Por ser um alimento probiótico vivo, a marca recomenda sua conservação preferencialmente sob refrigeração, especialmente depois de aberta a embalagem.
Sua proposta dentro da Nutrição Estética é levar o cuidado com a microbiota para além da rotina de skincare.
A ideia não é substituir uma alimentação equilibrada, acompanhamento profissional ou cuidados médicos quando necessários.
É ampliar a conversa sobre pele.
Porque uma rotina de autocuidado também pode considerar aquilo que acontece antes mesmo de o cuidado chegar à superfície.
O que a ciência já sabe sobre o eixo intestino-pele?
A relação entre intestino e pele não é uma ideia recente, mas os mecanismos envolvidos continuam sendo investigados.
Pesquisas atuais apontam diferentes vias possíveis de comunicação, incluindo:
- metabólitos produzidos pela microbiota;
- mecanismos relacionados à barreira intestinal;
- sinalização imunológica;
- processos inflamatórios;
- comunicação neuroendócrina.
Revisões recentes também investigam o potencial de probióticos, prebióticos, pós-bióticos e estratégias nutricionais na modulação da microbiota e suas possíveis repercussões sobre a saúde da pele.
Ao mesmo tempo, os pesquisadores destacam que os resultados podem variar de acordo com a pessoa, a composição da microbiota, a intervenção utilizada e a condição estudada. Por isso, ainda são necessários mais estudos clínicos para estabelecer recomendações específicas para diferentes problemas de pele.
O cuidado da pele pode começar no intestino?

Essa é justamente uma das perguntas que o conceito de eixo intestino-pele nos convida a fazer.
Não significa que tudo o que acontece na pele seja explicado pelo intestino.
Significa reconhecer que a pele faz parte do organismo e se comunica com ele.
Na Sense Biologicus, essa compreensão orienta uma abordagem de cuidado que une biotecnologia, dermocosmética probiótica e nutrição.
É o nosso jeito de pensar a Nutrição Estética:
mais do que cuidar da aparência da pele, entender a biologia por trás dela.
E, quando o assunto é microbiota, talvez o melhor lugar para começar seja justamente onde tudo se conecta.
Dentro e fora.
Intestino e pele.
Nutrição e cuidado.
Conheça a Nutrição Estética da Sense Biologicus
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